Bon Jovi, Alejandro Sanz e Alanis Morissette são os principais nomes do cartaz do segundo dia do Rock In Rio Lisboa.
Daqui a poucas horas, o Parque da Belavista voltará a encher-se de gente - a organização prevê lotação quase esgotada - e a BLITZ vai trazer-lhe todas as novidades, em palavras e imagens, nesta mesma notícia.
Para já, boas notícias: não há sinal da chuva que chegou a estar prevista para hoje.
Horários do segundo dia do Rock In Rio Lisboa.
PALCO MUNDO
Bon Jovi (23h45)
Alejandro Sanz (22h00)
Alanis Morissette (20h30)
Skank (19h00)
SUNSET ROCK IN RIO
Homenagem a Rui Veloso: Expensive Soul & Sara Tavares (19h50)
João Gil & Tito Paris & Marisa Pinto (18h15)
NBC & Verónica Larrenne (17h00)
ELECTRÓNICA
Carl Cox
Christian Smith
François K
Carlo Dall' Anese
17h05 - Largas centenas de foliões enchem já as principais «avenidas» comerciais do Rock In Rio, aproveitando todas as ofertas, promoções e concursos de cada marca presente. No Palco Sunset, a música está prestes a começar, com NBC & Verónica Larrene. Indiferente a todas estas movimentações, o morador de um prédio em frente ao Parque da Belavista partilha com os visitantes do Rock In Rio, através de uma coluna de som estrategicamente colocada à janela, grandes êxitos de Roberto Carlos.
18h45 -
João Gil
reúne frente ao Palco Sunset uma plateia de dimensão muito apreciável. Depois do adeus da Filarmónica Gil, o ex-Trovante parece apostado nas canções benignas e acústicas que vai apresentando na companhia de vários convidados. «125 Azul», um dos maiores êxitos dos Trovante, marca presença a certa altura e é aplaudida por uma audiência transformada em painel publicitário ambulante. Mal entram na Cidade do Rock, os espectadores são brindados com autocolantes, chapéus, cabeleiras berrantes, bandoletes com antenas, sofás insufláveis e demais artefactos que não mais abandonam até ao final da noite. Tentando, talvez, recuperar o investimento do bilhete, muitos passam também longos minutos na fila de algumas marcas, numa verdadeira caça ao souvenir não destituída de mérito: há quem tenha de superar provas para levar o penduricalho para casa.
19h53 - Os Skank cantam o seu maior êxito, «Garota Nacional», para gáudio de um público que acena freneticamente bandeiras de Portugal, bandeiras do Brasil e bóias em forma de patinho azul, distribuídas por um dos anunciantes no recinto.
A banda de Belo Horizonte foi a primeira a subir ao Palco Mundo neste segundo dia de concertos, agarrando muito bem a oportunidade de actuar para uma plateia já muito bem composta (não nos admiraríamos se se repetisse a enchente de ontem à noite).
Canções como «Mil Acasos», «Amores Imperfeitos» - dedicada ao público português e brasileiro - ou «Jackie Tequilla», com resquícios de reggae, animam os presentes e, mercê de uma vertente popular, quase «rancheira», fazem-nos levantar o pé do chão, tal como ensina Ivete Sangalo.
A atitude festiva e confiante dos Skank, que entram em palco de jogo ganho, banhando-se de imediato nos aplausos do público, assenta bem a este final de tarde. E o vocalista Samuel Rosa nem se esquece de olhar pelos admiradores, interrompendo o começo de uma música para que os seguranças pudessem retirar das grades uma espectadora em apuros.
Na Cidade do Rock, o tempo começa a esfriar. Dentro de poucos minutos, o Palco Sunset recebe uma homenagem a Rui Veloso ; segue-se, no Palco Mundo, Alanis Morissette.
23h00 -
Alejandro Sanz
prossegue a sua actuação, agora de guitarra acústica em riste. Um dos mais bem sucedidos cantores hispânicos da actualidade, o madrileno tem baseado o seu espectáculo em baladas quase «smooth jazz» e temas mais ritmados que, quer pelo protagonismo das cantoras de apoio quer pelo registo da banda, se aproximam de alguma música caribenha.
Em palco, há piano, percussão e sopros, e houve também Ivete Sangalo, uma surpresa recebida com emoção pelos espectadores. Depois da actuação no dia de abertura do Rock In Rio Lisboa, a brasileira regressou à Cidade do Rock para acompanhar Alejandro Sanz no seu maior êxito, «Corazón Partido». A parceria não se ficou pela cantoria: Ivete, uns bons palmos maior que Sanz, também trocou com o espanhol uns passos de dança que entusiasmaram os fãs de ambos.
Foi sem dúvida o momento alto do espectáculo, que desde então tem vindo a perder algum gás. Nem a voz rouca de Sanz, por vezes aparentada da de Joe Cocker, nem o virtuosismo dos seus músicos impede que entre a plateia se ouçam comentários como: «Devia ter sido ele primeiro e a Alanis depois». Sanz é simpático e tem assinado uma prestação profissional, mas não é, em Portugal, uma estrela da grandeza que tem em Espanha.
Texto de
Lia Pereira
Fotos de
Espanta Espíritos
|
Por aqui, seguirei pela TV e pela Blitz. :')
" target="_blank">http://o-ruido-ao-pormeno... O RUÍDO AO PORMENOR
&
" target="_blank">http://pvmc-caja.blogspot... PVMC
o meu padrinho e a minha madrinha vão...
só espero é k tirem fotos :D
23h30 e eu não descolo da tv!!
O momento da mulher a ser levada e a atirar qualquer coisa aos seguranças é que não percebi bem lol
Espero por Bon Jovi.