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Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lisboa [texto + fotos] -
Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lisboa [texto + fotos]
Num Coliseu cheio e rendido, a gata chegou ao poder. Até houve sapateado.
Como cresceu Cat Power – de figura de estimação da cena lo-fi / indie americana, a intérprete de luxo. A transição tem sido gradual e nunca definitiva (há sempre pegadas da Cat Power de ontem e de anteontem na Cat Power de hoje), mas discos como o mais recente The Jukebox , colecção de versões de gente como Bob Dylan, Joni Mitchell ou Hank Williams, põem à vista a excelência de Cat Power, a intérprete.

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Ao vivo, esta metamorfose é também palpável. Longe vão os tempos em que Charlyn Marshall inscrevia a cidade de Matosinhos no mapa da mitologia rock, com uma actuação de várias horas, meia dúzia de temas acabados e muitos percalços. Ontem à noite, o Coliseu dos Recreios aguardou, de fôlego suspenso, a entrada em palco da norte-americana; mais de meia hora depois da hora marcada, a sua banda – a Dirty Delta Blues Band, com Jim White e Judah Bauer – tomou os seus lugares, tocando em círculos, e na penumbra, até à chegada da mulher que todos queriam ver.

A espera tornava-se já dolorosa quando a figura de Cat Power – de calças justas pretas, sapatos (de sapateado?) brancos e rabo-de-cavalo bem altivo – se vislumbrou. Ou, para dizer a verdade, quando a sua voz esculpida em lava se fez ouvir. Só aí todo o Coliseu, esgotado em noite de chuva, se apercebeu que em palco havia uma mulher a tentar fazer um «moonwalk» muito personalizado.

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A primeira fase do concerto passou-a Cat Power nessa estranha dança, na beira do palco, pescando corações e ganhando ovações com uma postura meio predatória, meio cândida. Apesar da voz sem paralelo e do inegável carisma, fica sempre a sensação que, quer como patinho «feio» quer como improvável recruta da Chanel, Cat Power nunca está completamente à-vontade na sua pele; de que não pode viver com os palcos nem sem eles. Dessa desadequação nasce um charme periclitante que, ontem à noite, não tombou para o lado de lá.

«Woman Left Lonely», «Silver Stallion» ou «New York», todas do novo Jukebox , foram alguns dos pontos altos do arranque do espectáculo, apesar de algum marasmo nos arranjos e da forma «económica», ainda que graciosa, como que Cat Power colocava um ponto final parágrafo nas suas interpretações.

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Os ânimos exaltaram-se com «Lord, Help The Poor and Needy», que o Coliseu decidiu acompanhar com uma saraivada de palmas, e com a fabulosa «Song For Bobby», o único original de Jukebox , escrito a pensar em Bob Dylan. Foi por esta altura que Cat Power, que distribuiu simpáticos «obrigadas» a torto e a direito, deixou escapar uma frase que dirá muito do seu estado de espírito actual. «Good enough – I’m OK, I’m lucky».

O novo optimismo de Charlyn explicará, porventura, que antes de se atirar a «Metal Heart», um tema seu de 1998 revisto «em alta» em Jukebox , o apresente como «uma canção antiga». Cat Power já despiu a pele de então e foi-se lembrando disso mesmo à medida que a noite ia avançando, nas rendições bem swingadas de «Aretha, Sing One For Me» e «Ramblin’ (Wo)man».

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Mesmo a versão espectral de «Blue», de Joni Mitchell, com teclados distantes e guitarra subliminar, acabaria em «pranto», com Cat Power a repetir enfaticamente o nome da cantora canadiana e a retirar-se por breves segundos do palco.

Seguir-se-ia uma aplaudida passagem pelo álbum The Greatest , pela mão de «The Moon», «The Greatest» e «Lived In Bars», e a preparação de uma das despedidas mais longas de que há memória nos palcos portugueses.

O adeus começou com a apresentação da banda, prosseguiu com uma jam, desembocou em momentos quase gospel e num tema em espanhol, e levou Cat Power a pedir que se acendessem as luzes para ver as «personas» que a aplaudiam. Aparentemente desnorteada mas sempre intensa, a autora de «Nude As The News» parecia alimentar-se da sua própria coragem e, a meio da versão de «I’ve Been Loving You Too Long (To Stop Now)», de Otis Redding, lançou-se numa investida pelo público, disparando aguerridos «I love yous» pela incendiada plateia.

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Preparado estava já um espectador com um ramo de flores, pronto a entregar à estrela da noite; o que talvez o admirador não soubesse é que Cat Power vinha ela própria munida de uma série de «verduras» que, à semelhança do que fizera na Aula Magna há dois anos, lançou para a plateia – juntamente com «setlists» do concerto – como uma noiva lança o bouquet.

Dizer adeus foi-lhe complicado: Cat Power parecia mesmo incapaz de virar costas ao público, retribuindo cada aplauso com uma pirueta, uma vénia repenicada, simulacros de sapateado, ainda mais vénias e continências.

Ao final desses dez minutos que Cat Power demorou a largar a mão do público português, e ao final das quase duas horas de concerto, não ficámos mais perto de entender quem é Chan Marshall. Esquiva, imprevisível e fascinante, confirma porém tudo o que de bom se possa dizer sobre a sua raça – felina, e de mulher.

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ALINHAMENTO

Don't Explain
A Woman Left Lonely
Silver Stallion
New york
Lost Someone
Dreams
Lord Help the Poor and Needy
Dark End of the Street
She's Got You
Metal Heart
Making Believe
Hey Aretha
Ramblin' (Wo)man
Blue
Where Is My Love
The Moon
The Greatest
Lived in Bars
Life of the Party
Could We
Satisfaction
Black Angels (Angelitos Negros)
I've Been Loving You Too Long (To Stop Now)

Texto de: Lia Pereira Fotos de: Espanta Espíritos

Vídeo inserido por RCarmo Terça, 27 de Maio de 2008 às 1:10 (176 comentários )
166 Comentários
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a Gata e o Coliseu dos Recreios
por: jcullum | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 9:43, 16 pontos
o tempo ameaçava chuva, mas nem o Coliseu, nem a Gata se importaram com isso.

um Coliseu em cadeiras, suspirando e esperando pela Gata.

e a Gata entrou, com a timidez curiosa, de quem está a conhecer o território que vai dominar e aqueles que a observam.

a Gata cantou, mesmo quando o miar não queria sair. apesar de todas as dificuldades da sua voz, a gata brilhou, sem nunca desistir.

a Gata fez a sua dança desengonçada, mas genuína. naturalmente felina. a Gata interpretou papéis de quem já sofreu, de quem confia, de quem tem alegria. ora vénias às suas presas, ora beijos e xi-corações. ora mão na anca, ora mãos à volta do pescoço, em busca de uma força ou de uma ajuda.

a Gata dominou o seu território de forma brilhante e Coliseu agradeceu numa ovação por mim nunca antes vista naquela sala. e por o aplauso ser tão forte e sentido, a Gata distribuiu 'obrigados', setas com beijos, setlists amarrotadas e lambidas (!) pela própria, flores, sorrisos e vénias. e mais vénias!

obrigada, Gata! e volta sempre!

momento da noite: Cat Power desce as escadas do palco, caminha pelos lugares de Orquestra e fica ali a cantar em frente à minha pessoa. com uma garra descomunal, já o público completamente em delírio e depois segue para a Plateia, com as luzes completamente acesas. volta para perto de mim outra vez. foi PRICELESS!

'«Lord, Help The Poor and Needy», que o Coliseu decidiu acompanhar com uma saraivada de palmas' - eu dei o mote das palmas, visto que o público se estava fazer-se rogado xD

ps - senti-me bastante jovem entre o público. não estava à espera de encontrar um público tão mais velho do que eu. estou a caminho dos 19 e não vi muita gente que aparentasse a minha idade.

bom concerto, Porto! que tenham uma noite tão poderosamente felina como a minha!
CHAN É A RAINHA Da Noite, sempre...
por: chan_baby_boy | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 5:36, 9 pontos
Concertaço...a confirmação de chan como DIVA total...( e até distribui flores, o anjo...)
A setlist foi esta:

Don't Explain
A woman left lonely
silver stallions
new york, new york
i lost someone
dreams
lord help the poor and needy
dark end of the street
she's got you
metal heart
making believe
hey aretha
ramblin' (wo)man
blue
where is my love
the moon
the greatest
lived in bars
life of the party
could we
satisfaction
black angels (angelitos negros)
i've been loving you

PORTO CÁ VOU EU....
Re: Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lis
por: special_k | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 9:45, 7 pontos
fui ver pela primeira vez e adorei! foi magnífico! Está lá tudo... e tem uns músicos britais a acompanhar!! Aquele baterista é uma coisa de outro mundo... Fiquei num bo0m sítio apesar de mesmo aos meus lados estar um público comlpetamente dispensável... nem sei porquê que estas pessoas vão... 10 min depois já estavam com sono a mexer no telemóvel!!! isto é uma desgraça. não entendo... uma pena porque o ambiente do público foi fraquito... e estes senhores são a prova!espero que no Porto assim não seja... e não será pois a minha terra é mais entusisasta! :)
depois de um concerto destes foi mesmo bom voltar a casa debaixo da chuva! subir a av. liberdade à chuva é mais interessante! :)
chan arrasa lisboa...
por: chan_baby_boy | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 17:17, 5 pontos
20h30, saio eu de casa com um bouquet florido para a minha deusa pessoal - a chan marshall. O tempo tava chuvoso, bom para regar as flores que trazia...cheguei antes da abertura e deparei-me com um cenário mto fashion, puffs no chao, lcd's por todo o lado, moças engraçadas com blitz's na mão, câmaras e luz...e OPTIMUS, OPTIMUS e OPTIMUS, portanto vi logo que aquilo ia ser óptimo...por momentos pensava que tava nos GLOBOS DE OURO...o desejo de glamour de lisboa é sempre engraçado, eu pensava isto era um concerto de música e nao um desfile de moda, mas os de lisboa, sempre apreciaram o visual...

Depois lá entrei com os mais arrebatados fãs...

O que dizer da espera? Foi má, como sempre, porque custa esperar pela grandeza....
o ambiente, esse, tava muito cool e receptivo, musiquinha oldie e indie, uns efeitos de luz/projecções "óptimas" no palco, e poucas pessoas ao pé da primeira fila, a malta da minha geração tava nos balcões...

Depois, às 21h30, lights out...uuuuuuuuuuuuuuuooo, kem é? ANNE laure, amiga de longa data da chan, (realizadora do clip WHERE IS MY LOVE?) e parceira de odisseias africanas...ag a música...apresentou em portugal o seu dueto anglo-francês APPALOOSA, (nome que deriva de uma raça de cavalos americana), foi uma surpreendente mistura de disco com electro-pop, algo entre CSS e Stereolab, com algo de CocoRosie também, alternando músicas em inglês, com o francês original; tudo com um beat muito cool, nao pude deixar de abanar o boné algumas vezes, mas não senti grande apreciação por parte do restante publico e o meu "uouuo" de quando em vez, ressoava na sala, que estava assim para o vazio as 21h30. O público era quase inexistente nas filas dianteiras, claramente nao o seu "cup of tea"/"tasse de thé". De ressalvar a má educação de algum público que chega tarde e a más horas a um concerto; quer dizer há uma ética num concerto (não fazem o mesmo no SÃO CARLOS, nem na Cinemateca ou no CCB, pois não?), o cantor canta, o espectador cala...mas os portugueses são uma espécie à parte, e os de lisboa ui...findo o set de APPALOOSA, eram 22h, ok agora é que é...

Não foi logo. A dear Chan fez-se esperar (acho que em lisboa as pausas sao sempre maiores, deve ser do fado...)e com razão, com a espera vem o paraíso...os míticos Jim White, Judah Bauer, Eric Paparazzi, e Greggn Foreman, entram primeiro, calmos e cool, no palco (tanto o jim e o judah ostentam sábias com barbas, como que a dizer, "we ain't kids any more", o que já demonstra um ar de respeitabilidade dentro do novo CAT POWER movement...pós Memphis Rythm Band) são 22h38, os DDBB começam a tocar o instrumental do DON'T EXPLAIN - engraçado que o lyric diga "it's your time to feel the pain", pois o que a chan faz melhor é passar a sua dor para nós e isso meus amigos, só os grandes conseguem fazer... - e tocam-no em loop por uns valentes 5/7 minutos, seguidos de 2 ou 3 palmitas.

Ás 22h43, da penumbra, do lado direito do palco, emerge um "hush now...." e eu , arrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrgh, é a chan (pa ra mim é sempre um evento cataclísmico cada vez que aquela senhora aparece em Portugal, é demasiada grandeza para este pequeno país...até dói...) e lá principia a chan a fazer o que sabe melhor fazer; encantar tudo e todos...o silêncio de ouro, a sala venera, mas a voz de chan é de diamante e supera a atmosfera de calmia do coliseu, o "cha-cha-cha-chatter" no lado direito do palco, agachada e com uma voz quase suspirante, arrasa corações...depois vem WOMAN LEFT LONELY (surpreendente o gosto de chan em escolher temas onde, um apreciador de CAT POWER bem como qualquer outro, pode sentir a vida de chan, as suas lutas, os seus amores perdidos e como vocaliza através de músicas de outros autores os seus próprios fantasmas pessoais...), seguidas de mais 12 temas do celebrado COVER PRAISE que é o JUKEBOX, entre os quais se destacam um tocante LOST SOMEONE, o dylanesco SONG TO BOBBY, o LORD HELP THE POOR & THE NEEDY, viu as primeiras palmas sentidas e efusivas da noite, mas do JUKEBOX, transcenderam a METAL HEART (esse hino do magistral MOON PIX de 98), renovado com uma vertente mais soul que se revela perfeito e emotivo no alinhamente da noite, mas a BLUE pos-me bem azul, ficaram só Gregg e Chan no palco, num momento íntimo de puro prazer, as palavras da grande JONI MITCHELL foram imortalizadas com o toque cat poweriano, delicioso...não faltaram a ramblin´(wo)man, nem o STALLION (mais cavalos again...).

Aqui começa a grandeza sentida, que arrasa corações (não foram poucos os piropos e assobios dirigidos à chan, que continua sexy como sempre e com um bom aspecto que ensina muito sobre, keepin' it real...) e que mostra que o público ansiava mais pelos registo do THE GREATEST, apesar da audiência mais madura deste concerto...E vêm os clássicos ultra apreciados, WHERE IS MY LOVE (recebido com imenso agrado e incontidos, gritos de prazer direccionados para o palco), e depois vem outro momento ALTO, a LIVED IN BARS, reconhecida pela sala em êxtase. Belissimo tambem foi o TRACKS OF MY TEARS aka LIFE OF THE PARTY, um belíssimo cover de Smokey Robinson & the Miracles. E que dizer do já clássico THE GREATEST? Um hino com apenas 2 anos, apreciado por todos e nem a sua metade, foi menos intensa, já estávamos todos no espaço sideral, onde a chan esteve sublime, com a sua dança, mágica, irreverente, jovem e poderosa, e com uma entrega de ficar sem ar (e ficou mesmo, a entrega teve o seu peso, e teve que ir as boxes, recarregar as suas energias algumas vezes...) mas foram pausas para o público digerir a grandeza, expectantes que estávamos por mais e mais músicas...

As 3 pérolas finais, num gesto inovador, não foram um encore - chan nao abandona o palco nunca, num gesto de nobreza e de mensagem I CAN DO IT STRAIGHT - e oferece ao público 3 bombas para preparar a ovação final: Satisfaction dos Rolling Stones, Angelitos Negros/Black Angels de Roberta Flack, num registo mais curto do que o do álbum e com lyrics em inglês - mas ouvi-la a dizer ANGELITOS NEGROS e BELLOS, BELLOS, vale todo o dinheiro do mundo - e um "I've been loving you too long" [de OTIS REDDING pois claro, começa com black coolness, com Billie Holliday, passando por roberta flack, até Otis Redding - entre outros - notável a sua naturalidade no meio da música africana-americana, ou não fosse chan uma southern belle.] - aqui noutro momento histórico ela pede para ligarem as luzes, "podem ligar luzes.." excuse my bad portuguesês (lindooo), dá o microfone a um elemento da equipa do som e pede para ligar todas as luzes pa ver toda a gente, eheh, (algo que demora, mas lá vem...)a chan sai do palco, e qual Patti SMITH, desce do palco e fica do lado direito, semi-empoleirada num banco de uma cadeira de ORQUESTRA (andava por ali o vocalista dos VICIOUS FIVE - e também vi o autor-cineasta João Pedro Rodrigues) e faz das suas, o coliseu tá rendido, ainda que não todos de pé, avanço com as flores, ela reconhece-me e agradece e o resto são uns bons 10 minutos de ovação, ao qual ela responde, com vénias, flower tossing, e setlists po ar, qual baseball player...está emocionada e rendida, nós sabemos bem aplaudir confesso, alguns saem, mas ela estóica permanece em palco, até se esgueirar até as cortinas qual gato...LINDO!
Vénia senhora CHAN. Volta mais uma vez...
Só tu nos tiras da chuva, qual gato fugidio a mover-se na night...
Re: Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lis
por: melga_power | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 1:39, 4 pontos
Beautifull Girl.
Se a inveja matasse...
por: RobertNaja | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 8:47, 4 pontos
Deve ter sido um concerto brutal!!
Nota-se que Cat Power está com uma confiança enorme e que os concertos devem ser muito intensos.

E pela descrição do concerto, parece que incidiu essencialmente sobre os últimos "Jukebox" e "The Greatest", o que parece indicar que Cat Power está realmente virada para esta nova fase da vida dela (parece que os problemas com o álcool estão ultrapassados).

Mas pronto...como eu ando com especial sorte, depois dos The National, foi o segundo bilhete que tive que vender....Ainda por cima, cantou uma música do grande Otis Redding...

Enfim! Espero que quem tenha ido tenha aproveitado ao máximo!!
Re: Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lis
por: Bruno47 | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 8:58, 3 pontos
Se não for amanha acho k nnc m hei d perdoar...
Cat(erpillar) Power
por: fernanog | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 10:55, 3 pontos
"inscrevia a cidade de Matosinhos no mapa da mitologia rock, com uma actuação de várias horas, meia dúzia de temas acabados e muitos percalços"

foi mais temas inacabados... mas foi um "acontecimento" fantástico!!!

Reza a lenda que Cat Power não tem a ver com gatos, mas com o facto de Chan Marshall ou alguém da banda ter visto "Caterpillar Power" numa escavadora qualquer e terem decidido que esse seria um bom nome a adoptar: Cat Power.
Cat não é diminutivo de Chan :)
Re: Concertos@optimus: Cat Power no Coliseu de Lis
por: SinsWriter | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 16:19, 3 pontos
MELHOR CONCERTO DA MINHA VIDA!

ela é uma DEUSA!! (olhou-me nos olhos 3xs, wohooooo)

"Preparado estava já um espectador com um ramo de flores, pronto a entregar à estrela da noite;" ---> este gajo era dos 1ºs a tar no coliseu antes das portas abrirem, até o vi a escrever o cartao, haha. sortudo de merda, tocou nela *.*, anyway, fiquei com um ramo das flores e a garrafa de agua dela =D
CAAAAAAAT!
por: marcoadcosta | siga este autor | enviar mensagem privada Terça, 27 de Maio de 2008 às 1:54, 2 pontos
Grande POWER EHEH
estou em countdown para o concerto no porto.
vão meter aqui a setlist e alguma crítica ao concerto? pfv?
=)
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